sexta-feira, 23 de abril de 2010

Porque eu não me interessei por Alice no país do Tim Burton?

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Por causa disso:

Pronto, agora você consegue me entender.
[vi no CollegeHumor ].
Resto do Post

terça-feira, 13 de abril de 2010

O Fim está próximo.

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[Se você não gosta de séries - ou é chato pra cacete - avance uma casa.]


Se você gosta de friends, você sabe o impacto dessa cena na sua vida. Hoje, esse episódio passou pela milionésima vez, e fez o mesmo efeito de todas as outras vezes. Vendo isso, você sente um misto escroto de felicidade e tristeza, por teoricamente “nunca mais” ver os seis amigos de novo (ainda que amanhã volte desde o começo – De novo!). Nem o final de Seinfield, que muita gente [não eu] acredita ser melhor do que friends supera no quesito "comoção geral dos fans" como ver o apartamento vazio e o "mistério" de como aquela porta nunca ficar trancada ser solucionado [era óbvio, mas é foda ver as seis chaves no balcão].

E pra quem, assim como eu, que gosta de Friends como a sitcom-sobre-a-vida-o-universo-e-tudo-mais assim como LOST como a ficção-científica-com[muitas]dorgas-mano, a sensação que provavelmente não vinha desde 2004 voltou. E voltou piorada, porque friends obviamente era sobre seis pessoas, vivendo. E não sobre coisas impossíveis mesclando filosofia, ficção e ciência de um jeito absurdamente impossível. Ver os famosos [som de tempestade e trovões] “mistérios da ilha” sendo resolvidos – devagar para cacete, mas sendo resolvidos – vai aumentando a "Sensação de Fim" que todo mundo passa nessas horas. E você sabe que é uma puta sensação escrota.

Faltam cinco episódios. O fim está próximo.






BONUS TRACK




entenda LOST e pare de reclamar! [ou desista de vez]

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Legendários, Originalidade e o “movimento”

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Bom, pra quem não tava sabendo de nada, no sábado passado estreou na MTV Record, o novo programa do Mion, Legionários Legendários... Quem viu as entrevistas antes da estréia, já sabia mais ou menos o que vinha por aí: Pegar um pouco de tudo que anda rolando pela tv, Internet e etc, e fazer do jeito dele.

[Ok, você acabou com o nosso orçamento do ano... espero que dê algum dinheiro.]

Só que o problema é você deixar o “um pouco” virar “quase tudo”. Aí todo mundo vai tentar te bater até o fim da vida, sem nem pensar duas vezes.

Quem assistiu deve ter notado... Ou o programa “se inspirava” no CQC, ou no Pânico, ou nele mesmo (!)... A forma das matérias, o estilo gráfico do programa [interferindo na imagem... é, aquilo que todo mundo que assiste band na segunda a noite conhece]... Os “TÁ LOCO” e micons dos tempos de MTV... Tudo lá era puxado demais nos semelhantes. E nem por isso o programa foi “ruim”. Abaixo da expectativa que todo mundo colocou, beleza. Mas ruim não foi. A idéia já não era fazer isso? Então, Escracha! [Vagner montes mandou um beijo mancando]

O foda é que as pessoas confundem um programa de humor com uma comédia... é o mesmo que rola com o CQC, de todo mundo falar “é o primeiro programa de humor que não te faz rir.” Nem o CQC, e nem o Legendários tem a função do Pânico na TV, que é tentar fazer o espectador rir como se não houvesse amanhã [ou você vê utilidade no Vesgo e Silvio nas portas de festas? Do Amaury dumbo e o Freddie Mercury Prateado?]. Eles tão ali pra te mostrar, de forma bem humorada e descontraída, o que acontece, o que é interessante de se ver... Custa entender isso? Tudo que o programa do mion-e-metade-da-mtv tentou fazer foi misturar os dois.

Ta, em alguns momentos o resultado foi forçado como a Jaque Khurry [e eu não sei escrever o nome dela.] tentando ser uma Sabrina Sato da concorrência. Até o corte de cabelo parecia... Fora que forçaram uma barra TENSA colocando ela de bikini semitransparente no primeiro programa. O quadro do Felipe Solari também foi meio estranho, “capitão planeta” demais, apesar da idéia ter sido legal. O do preconceito foi bem legal [não achei que fossem escolher um Gay em detrimento do negro... homofóbicos do Brasil, onde vocês estão?], e eu não esperava muita coisa, e o do gordo também.

Por falar nele, foi legal ver que a Record vai ter que se dobrar em 3 pra segurar o João Gordo. Porque se tinha gente achando que era hipocrisia, “traição de movimento” [que movimento? A mtv parou de pensar tem uns 3 anos já.] um cara do jeito dele ir pra uma TV de bispos evangélicos, queimou a língua seriamente. O puto ainda faz, fala, e pensa as mesmas coisas. Só que todo mundo agora vai ver ele aloprar na TV aberta - o que é bem legal.

Bizarro vai ser ver o Hermes & Renato mudar de nome... Isso sim é traição do movimento, VÉI.

[uma linha em homenagem ao fato de não ter citado o Chacrinha num post sobre originalidade na TV. Grato pela atenção]