terça-feira, 3 de agosto de 2010

Parem de destruir a minha infância!

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O que Garfield, Scooby-Doo, Smurfs e Zé Colméia têm em comum? Se a resposta for que eles foram ótimos desenhos que passaram na década de 90, parabéns, você pode seguir a sua vida normalmente e parar de ler este post.

-Ah, são os Smurfs em NY, tem como dar errado? Tem.
Mas, se você respondeu “Todos estes foram/irão para os cinemas em live action e foram/serão ótimos filmes!”... Só tenho uma coisa para te avisar: Sua infância acabou de se suicidar.

Porque, convenhamos, passar desenhos clássicos para filmes toscos é, possivelmente, o pior tipo de atentado que se pode cometer contra um ser humano.
Quer entender o que do que que eu estou falando? Veja o Trailer da mais nova vítima desse processo, Zé Colméia:


SIM. O urso mais legal do mundo (+ catatau) vai virar um filme 3D tosco ao extremo! O problema não é virar e fazer o filme. É simplesmente ser retardado o suficiente pra achar que um urso que fala e rouba cestas de piquenique (Ou um cachorro. Ou um Gato. Ou um Esquilo – meu deus, mythbusters da minha infância: sempre são bichos falantes!) ficaria legal ‘contracenando’ com atores de verdade. O resultado disso é que, por ser um filme visualmente estúpido pra quem curtiu os desenhos, o roteiro vai ser bombardeado de piadinhas pras crianças que não viveram a época pré-pokemon, aonde os desenhos não precisavam necessariamente sair na porrada pra serem legais.

Porque, ao invés de fazer filmes CG + Atores os estúdios simplesmente não fazem como no filme dos ThunderCats, todo em computação gráfica!? As milhões de pessoas que cresceram vendo os desenhos agradeceriam. 

E se você acha que isso só vai acontecer com os desenhos mega antigos, chore. Vem aí a adaptação em Live Action (tosco) de... OS PADRINHOS MÁGICOS. Durmam com a primeira imagem da produção.

[sua manhã de férias quando você tá de bobeira acabou de se matar também]

domingo, 1 de agosto de 2010

Scott Pilgrim Vs. o Paradoxo do Hype

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Um belo dia, há 6 anos atrás, Bryan Lee O’malley, cartunista e músico de várias bandas undergrounds teve uma idéia:  E se você tivesse que enfrentar 7 ex-namorados malignos para continuar com a garota dos seus sonhos?

Para conseguir dar forma a sua história, ele resolveu juntar praticamente tudo que é legal no mundo em Quadrinhos: Filmes, Música, Kung Fu, Videogames, etc. E assim surgiu Scott Pilgrim Vs. The World, que conta a história de um cara de 23 anos (o Scott) que conhece e se apaixona pela garota dos seus sonhos – literalmente, já que ela usa a mente de Scott pra fazer o trabalho de entregadora mais rápido (e isso nem é um dos pontos mais bizarros da HQ).

É legal perceber que lendo a história, toda a psicodelia da mente de O’Malley se torna absurdamente realista. O grande mérito dele foi conseguir fazer algo totalmente inovador, fazendo com que se lesse a história da mesma forma que você assiste TV.  Scott Pilgrim poderia ser definido como uma versão underground e canadense de Friends contada pelo Quentin Tarantino em quadrinhos.

 

E óbvio, com todo o sucesso que a edição impressa fez, e o fato de que os quadrinhos em alguns momentos são quase um history-board, os problemas de Scott e Ramona Flowers (a ex-namorada da liga dos ex-namorados do mal) obviamente iriam para os cinemas. Estrelado pelo ator com mais cara de loser do mundo, Michael Cera, o filme estréia daqui a duas semanas, nos EUA.


E é aí que a situação fica tensa.
Porque mesmo gerando todo um Hype absurdo ultimamente , como na Comic-Con do mês passado, além de juntar vários atores em papéis não convencionais (Cera saindo na porrada com o Ex-Superman Brandon Routh e o futuro Capitão América Chris Evans vai ser bem legal de assistir), o filme parece não convencer a Paramount do Brasil de seu potencial, sendo essa a única razão lógica (porém imbecil) de a data de estréia por aqui ter sido transferida pra novembro.

Mesmo assim, com toda a expectativa pelo filme e a distância absurda das estréias, boa parte do público que lotaria os cinemas daqui duas semanas deve optar por baixá-lo antes. É paradoxal demais, na minha opinião, que se dê mais chances de diminuir um público se já se teme que a bilheteria seja fraca por aqui.

#porraparamount!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Começa com o Show.

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Começa com você, querido organizador.
É no mínimo curioso ver que no Brasil, muitos projetos que começam com uma proposta interessante acabam se transformando quase sempre numa pilha de lixo com apenas alguns detalhes legais. E esse efeito pode acontecer com o "Itustock". A contar de hoje, faltam exatos 71 dias pro SWU, em Itu/SP, e é engraçado ver que o Line-up do festival cresceu muito pouco do dia da confirmação do nome e divulgação dos 4 primeiros Headliners até agora

Ainda que as atrações escaladas até agora não tenham um “peso de festival” pra segurar um dia (o estardalhaço para anunciar Cavalera Conspiracy – nada contra – foi no mínimo ridículo), O problema não é a falta de peso nas atrações confirmadas e sim a falta de atrações em geral.

Pra explicar meu ponto de vista, vejamos o dia com maior número de atrações, 10/09.

Itu. Fim.
Até agora temos Dave Matthews Band (que deve ter sido elevado à headliner pela impossibilidade do Pearl Jam tocar), Regina Spektor, Kings of Leon, Sublime ,Capital Inicial, Jota Quest. Além de estar um pouco misturado demais (sério, não deve ter 5 pessoas que gostem dos seis simultaneamente, e isso chama público, como vai rolar com Incubus e LP – já chego lá), isso dividido por quatro palcos torna o número que já é bem pequeno em irrelevante. Aparentemente Eduardo Fischer decidiu apostar nas belezas naturais e coisas gigantes de Itu (e 200 DJ’s) do que no que realmente faz um festival, acima da proposta, os shows.

E se você pensar nos outros dias, a situação fica mais complicada ainda: dia 11 só tem 4 confirmações, que são de novo “ecléticas” demais pra um festival com 3 dias de duração, ainda que tenha um trunfo legal de juntar Incubus e Linkin Park, que realmente parece uma “dobradinha” pra convencer muita gente a se despencar pros cafundós de S.Paulo (eu já falei que não consigo entender porque de ser em Itu? Seria mais prático, e mais interessante, se o festival fosse pra uma capital de estado fora do eixo RJ-SP, como... Brasília, por exemplo). Mas, e durante as outras horas entre esses shows? Ficamos olhando raivosos pra pista Vip? (aliás, se queriam se espelhar tanto nos festivais gringos, fikadika: Lá, a pista vip é ao lado da pista principal.)

Mas, aparentemente, pode ser que os organizadores tenham começado a ver o SWU como um festival de verdade. Anunciaram Rage Against the Machine no dia 09 (que foi basicamente o Headliner do Lollapalloza), e ao que tudo indica, Queens Of The Stone Age, que já faz muito mais sentido que Jota Quest e Regina Spektor , ou pior, Pixies e Cavalera Conspiracy. Resta agora chamar mais gente, pra ver se conseguem concorrer com o Planeta Terra e os diversos shows ‘avulsos’ do segundo semestre.

E ano que vem tem Rock’n’Rio. Oremos.

[Update 19:53: Parece que realmente tomaram vergonha na cara, já anunciaram Mutantes pro dia 09... se continuar assim pode ser que o primeiro dia compense os outros]

"Harry Needs Some Sleep"

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O YouTube as vezes te surpreende.
Por exemplo, quando você ia ter a idéia de cantar as cenas de um trailer? É meio estranho de descrever, mas o resultado é sensacional:




"And He dosen't have a nose!"

Gostou? Então que tal ver as versões de Tron: Legacy e... Crepúsculo Lua Nova  Eclipse?

[via @FerBreder]

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Porque eu não me interessei por Alice no país do Tim Burton?

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Por causa disso:

Pronto, agora você consegue me entender.
[vi no CollegeHumor ].
Resto do Post

terça-feira, 13 de abril de 2010

O Fim está próximo.

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[Se você não gosta de séries - ou é chato pra cacete - avance uma casa.]


Se você gosta de friends, você sabe o impacto dessa cena na sua vida. Hoje, esse episódio passou pela milionésima vez, e fez o mesmo efeito de todas as outras vezes. Vendo isso, você sente um misto escroto de felicidade e tristeza, por teoricamente “nunca mais” ver os seis amigos de novo (ainda que amanhã volte desde o começo – De novo!). Nem o final de Seinfield, que muita gente [não eu] acredita ser melhor do que friends supera no quesito "comoção geral dos fans" como ver o apartamento vazio e o "mistério" de como aquela porta nunca ficar trancada ser solucionado [era óbvio, mas é foda ver as seis chaves no balcão].

E pra quem, assim como eu, que gosta de Friends como a sitcom-sobre-a-vida-o-universo-e-tudo-mais assim como LOST como a ficção-científica-com[muitas]dorgas-mano, a sensação que provavelmente não vinha desde 2004 voltou. E voltou piorada, porque friends obviamente era sobre seis pessoas, vivendo. E não sobre coisas impossíveis mesclando filosofia, ficção e ciência de um jeito absurdamente impossível. Ver os famosos [som de tempestade e trovões] “mistérios da ilha” sendo resolvidos – devagar para cacete, mas sendo resolvidos – vai aumentando a "Sensação de Fim" que todo mundo passa nessas horas. E você sabe que é uma puta sensação escrota.

Faltam cinco episódios. O fim está próximo.






BONUS TRACK




entenda LOST e pare de reclamar! [ou desista de vez]

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Legendários, Originalidade e o “movimento”

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Bom, pra quem não tava sabendo de nada, no sábado passado estreou na MTV Record, o novo programa do Mion, Legionários Legendários... Quem viu as entrevistas antes da estréia, já sabia mais ou menos o que vinha por aí: Pegar um pouco de tudo que anda rolando pela tv, Internet e etc, e fazer do jeito dele.

[Ok, você acabou com o nosso orçamento do ano... espero que dê algum dinheiro.]

Só que o problema é você deixar o “um pouco” virar “quase tudo”. Aí todo mundo vai tentar te bater até o fim da vida, sem nem pensar duas vezes.

Quem assistiu deve ter notado... Ou o programa “se inspirava” no CQC, ou no Pânico, ou nele mesmo (!)... A forma das matérias, o estilo gráfico do programa [interferindo na imagem... é, aquilo que todo mundo que assiste band na segunda a noite conhece]... Os “TÁ LOCO” e micons dos tempos de MTV... Tudo lá era puxado demais nos semelhantes. E nem por isso o programa foi “ruim”. Abaixo da expectativa que todo mundo colocou, beleza. Mas ruim não foi. A idéia já não era fazer isso? Então, Escracha! [Vagner montes mandou um beijo mancando]

O foda é que as pessoas confundem um programa de humor com uma comédia... é o mesmo que rola com o CQC, de todo mundo falar “é o primeiro programa de humor que não te faz rir.” Nem o CQC, e nem o Legendários tem a função do Pânico na TV, que é tentar fazer o espectador rir como se não houvesse amanhã [ou você vê utilidade no Vesgo e Silvio nas portas de festas? Do Amaury dumbo e o Freddie Mercury Prateado?]. Eles tão ali pra te mostrar, de forma bem humorada e descontraída, o que acontece, o que é interessante de se ver... Custa entender isso? Tudo que o programa do mion-e-metade-da-mtv tentou fazer foi misturar os dois.

Ta, em alguns momentos o resultado foi forçado como a Jaque Khurry [e eu não sei escrever o nome dela.] tentando ser uma Sabrina Sato da concorrência. Até o corte de cabelo parecia... Fora que forçaram uma barra TENSA colocando ela de bikini semitransparente no primeiro programa. O quadro do Felipe Solari também foi meio estranho, “capitão planeta” demais, apesar da idéia ter sido legal. O do preconceito foi bem legal [não achei que fossem escolher um Gay em detrimento do negro... homofóbicos do Brasil, onde vocês estão?], e eu não esperava muita coisa, e o do gordo também.

Por falar nele, foi legal ver que a Record vai ter que se dobrar em 3 pra segurar o João Gordo. Porque se tinha gente achando que era hipocrisia, “traição de movimento” [que movimento? A mtv parou de pensar tem uns 3 anos já.] um cara do jeito dele ir pra uma TV de bispos evangélicos, queimou a língua seriamente. O puto ainda faz, fala, e pensa as mesmas coisas. Só que todo mundo agora vai ver ele aloprar na TV aberta - o que é bem legal.

Bizarro vai ser ver o Hermes & Renato mudar de nome... Isso sim é traição do movimento, VÉI.

[uma linha em homenagem ao fato de não ter citado o Chacrinha num post sobre originalidade na TV. Grato pela atenção]

terça-feira, 2 de março de 2010

Momento "como você nunca reparou isso antes?"

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Tem coisas em filmes que a gente não repara de primeira. Mas deixar de reparar a menção ao FUSCA no Gladiador foi um FAIL muito bizarro de todo mundo que viu esse filme.

Hãn? Fusca num filme na roma antiga?! 

Duvida?

"É ASSIM QUE MEU FUSCA ANDA! É ASSIM QUE ELE VAI PARAR!"

Por mais bizarro que isso possa parecer, não é edição de audio. Taí a cena toda pra quem duvidar: 


(a cena mesmo é aos 2:23)

TENSO.